A FORÇA DO AMOR – A ESSÊNCIA DO HOMEM DE BEM

 

E lá se foram cinco meses do ano! Você reparou ou quando se deu conta, já estava pensando nas férias de julho (se é que você pode se dar a este luxo)? Não raro o cotidiano nos engole e nos traz para meses após a virada no ano, como uma onda que leva o banhista desavisado de novo à areia. Os dias passam muito depressa, os ponteiros do relógio parecem estar em uma competição desenfreada pela volta mais rápida e os compromissos – que por vezes nem sabemos quando foi que assumimos ou qual a razão verdadeira de tê-los assumido – nos atropelam e nos retiram a chance de existir.

Muitos de nós se vêm atropelados pela metade do ano que passou, porque numa ânsia de responsabilidade para com os outros, esquecem-se de si mesmos e lutam diariamente e a todo custo para se livrar do que lhes pesa sobre os ombros. Outros de nós se vêm atropelados justamente pelo contrário: a completa e incompreensível inércia (amanhã começo o regime, semana que vem me matriculo na aula de música, até sexta termino isso ou aquilo…) que nos faz adiar e nos culpar por esses adiamentos. Daí vem a pergunta que grita em nossos ouvidos e em nossa mente: para quê??

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A rigor, alguém diria: porque nosso projeto de vida nos levará à felicidade futura, mas que para isso aconteça, é preciso muito suor. Outros diriam: porque é assim que as pessoas se relacionam no mundo e quem se coloca à parte desse ritmo perde o bonde da história. Será que é mesmo por aí? Será que temos mesmo que ser escravos de nossas próprias rotinas? Que mundo de felicidade é este que nunca chega?

O fato é que estamos engaiolados no fracasso a que demos causa, como sociedade. Não é que não conseguimos viver bem uns com os outros, é que na ânsia de tanto ter, nos perdemos no caminho. Para que tanto esforço em obter sucesso profissional, se o que importa é a alegria de poder realizar e servir? Para que tanto tempo perdido em deslocamentos demoradíssimos nos grandes centros urbanos, se o bom mesmo é desfrutar de uma boa conversa com seu vizinho, quando se pode usar o lar para além de um mero dormitório? Para que tanta tecnologia se uma simples pane no sistema nos deixa absolutamente atônicos diante de uma evidente incompetência sobre como proceder? Estamos na contramão da felicidade. Temos que admitir…

Mas há também algo extraordinário nisso tudo: a gente pode recomeçar e fazer tudo de novo, porque a ferramenta básica já temos: nós mesmos e nossa incrível essência de Amor!

O homem é bom. Por mais teorias que se construam em sentido contrário, não há como negar: você sabe que o homem é bom! Se não fosse, pensar sobre o mal não lhe geraria uma curiosidade ao ponto de se refletir sobre o tema. Se o Amor não fosse a nossa essência, o mal não nos causaria espanto, incômodo. Se você não fosse bom, não teria começado a ler este texto… E mesmo quando insistimos em caminhar na contramão, nossa essência fala mais forte: somos capazes de Amar, de sentir gratidão, empatia. Basta que nos perguntemos uns aos outros: você quer ser feliz ou infeliz? A óbvia resposta pela escolha da felicidade traz à tona uma condição inexorável: nossa essência é puro Amor! Acontece que escolher uma vida em que tudo parece ser mais importante do que a própria felicidade (trabalho, rotina, compromissos) faz com que ignoremos o que realmente importa: expressar o Amor de que somos feitos.

Então, no dia de hoje faça um exercício: revisite suas escolhas, respire, não deixe sua vida ser um conjunto de atos de tortura. Resignifique sua rotina, transforme seus erros em caminhos para expressar o Amor que existe em si! Seja você. Seja, simplesmente, humano em essência!

 

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