Como você se dedica a si mesmo?

“Perceba o que nasce dentro de você, o que é a sua vontade primeira, onde pulsa sua motivação ardente, a Vibração da Vida Maior na sua vida – o que o faz sentir-se vivo. Aí é que está a sua grandeza.” (Mestre Micaell)

Como você tem alimentado as diversas áreas da sua vida? Da mesma forma que você precisa comer com critérios de qualidade e quantidade para se manter vivo, necessita também de critérios para se preencher.

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Para que o centro do seu ser esteja fluindo, é necessário que suas pétalas estejam em harmonia. Como anda seu relacionamento consigo mesmo? Como anda sua alimentação? Não nos prendamos apenas ao que se ingere, mas ao que se lê, assiste, ouve… E sua saúde, tem se dedicado a fazer exercícios físicos? Você ama o seu trabalho ou o vê apenas como um meio de sustento?

Todos nós precisamos de um momento para parar e ver como está a nossa vida. Assim como estabelecer metas claras buscando o aperfeiçoamento pessoal e espiritual. É preciso, primeiro, se conhecer para depois gostar de você mesmo. Dedicar-se a si próprio não significa apenas ter um tempo para o lazer,  um hobby ou o estudo, tudo isso é consequência desse olhar para o seu interior.

Quando você se reconhece e se ama, você se presenteia, cuida da sua mente, do seu corpo, das suas emoções e do seu espírito de forma saudável. Faz por e para você, primeiramente, para se voltar e dar ao outro o que existe de mais precioso em você.

 

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A FORÇA DO AMOR – A ESSÊNCIA DO HOMEM DE BEM

 

E lá se foram cinco meses do ano! Você reparou ou quando se deu conta, já estava pensando nas férias de julho (se é que você pode se dar a este luxo)? Não raro o cotidiano nos engole e nos traz para meses após a virada no ano, como uma onda que leva o banhista desavisado de novo à areia. Os dias passam muito depressa, os ponteiros do relógio parecem estar em uma competição desenfreada pela volta mais rápida e os compromissos – que por vezes nem sabemos quando foi que assumimos ou qual a razão verdadeira de tê-los assumido – nos atropelam e nos retiram a chance de existir.

Muitos de nós se vêm atropelados pela metade do ano que passou, porque numa ânsia de responsabilidade para com os outros, esquecem-se de si mesmos e lutam diariamente e a todo custo para se livrar do que lhes pesa sobre os ombros. Outros de nós se vêm atropelados justamente pelo contrário: a completa e incompreensível inércia (amanhã começo o regime, semana que vem me matriculo na aula de música, até sexta termino isso ou aquilo…) que nos faz adiar e nos culpar por esses adiamentos. Daí vem a pergunta que grita em nossos ouvidos e em nossa mente: para quê??

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A rigor, alguém diria: porque nosso projeto de vida nos levará à felicidade futura, mas que para isso aconteça, é preciso muito suor. Outros diriam: porque é assim que as pessoas se relacionam no mundo e quem se coloca à parte desse ritmo perde o bonde da história. Será que é mesmo por aí? Será que temos mesmo que ser escravos de nossas próprias rotinas? Que mundo de felicidade é este que nunca chega?

O fato é que estamos engaiolados no fracasso a que demos causa, como sociedade. Não é que não conseguimos viver bem uns com os outros, é que na ânsia de tanto ter, nos perdemos no caminho. Para que tanto esforço em obter sucesso profissional, se o que importa é a alegria de poder realizar e servir? Para que tanto tempo perdido em deslocamentos demoradíssimos nos grandes centros urbanos, se o bom mesmo é desfrutar de uma boa conversa com seu vizinho, quando se pode usar o lar para além de um mero dormitório? Para que tanta tecnologia se uma simples pane no sistema nos deixa absolutamente atônicos diante de uma evidente incompetência sobre como proceder? Estamos na contramão da felicidade. Temos que admitir…

Mas há também algo extraordinário nisso tudo: a gente pode recomeçar e fazer tudo de novo, porque a ferramenta básica já temos: nós mesmos e nossa incrível essência de Amor!

O homem é bom. Por mais teorias que se construam em sentido contrário, não há como negar: você sabe que o homem é bom! Se não fosse, pensar sobre o mal não lhe geraria uma curiosidade ao ponto de se refletir sobre o tema. Se o Amor não fosse a nossa essência, o mal não nos causaria espanto, incômodo. Se você não fosse bom, não teria começado a ler este texto… E mesmo quando insistimos em caminhar na contramão, nossa essência fala mais forte: somos capazes de Amar, de sentir gratidão, empatia. Basta que nos perguntemos uns aos outros: você quer ser feliz ou infeliz? A óbvia resposta pela escolha da felicidade traz à tona uma condição inexorável: nossa essência é puro Amor! Acontece que escolher uma vida em que tudo parece ser mais importante do que a própria felicidade (trabalho, rotina, compromissos) faz com que ignoremos o que realmente importa: expressar o Amor de que somos feitos.

Então, no dia de hoje faça um exercício: revisite suas escolhas, respire, não deixe sua vida ser um conjunto de atos de tortura. Resignifique sua rotina, transforme seus erros em caminhos para expressar o Amor que existe em si! Seja você. Seja, simplesmente, humano em essência!

 

Workshop Renovação das Energias e Alinhamento dos Chakras

No último sábado (20/05), aconteceu no Instituto Desperta o Workshop Renovação das Energias e Alinhamento dos Chakras.

Renovados e felizes! Assim saíram os participantes que tiraram o dia para cuidar de si mesmos! Em um ambiente favorável para o desenvolvimento espiritual, o Ashram da Paz, teoria e prática se encontraram proporcionando um dia de aprendizado, renovação e descobertas.

Na parte da manhã, o workshop se iniciou com uma aula de kundalini yoga, mantras, movimentos para o alinhamento dos chakras, relaxamento e meditações, ministrados pela professora Simone Ferreira.

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A palestra da tarde, com Sarah Carvalho de Melo, abordou temas como auras, chakras e duplo etérico.  Também foi dado ênfase nos corpos inferiores e superiores e dicas valiosas de como harmonizá-los.

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Ao final foi dada uma meditação guiada de alinhamento de chakras, a meditação do eixo luminoso e o grupo M. Bahkti tocou mantras, fechando este dia tão rico de vivências.

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Acompanhe o Instituto Desperta e não perca nossos cursos e workshops! Todo mês temos um tema relevante para o seu desenvolvimento pessoal.

 

SILÊNCIO: BUSCA E PRÁTICA – UMA QUESTÃO DE SAÚDE INTEGRAL

 

Muito se tem falado sobre as doenças do século, das quais a depressão parece ser o carro chefe. Mas em suma, o que se sabe é que são todas de cunho psíquico e comportamental. Ao que parece, o homem está doente de si mesmo. E neste século XXI que se inicia, muito se conhece sobre o mal, bastante tem-se divulgado sobre a necessidade da cura, mas pouco tem sido abordado sobre prevenção. Talvez porque estejamos todos adoecidos pelo saber sem fim, pelo intelectualismo exacerbado, que desde muito tempo abandonou a boa e velha sabedoria de vida.

Já parou para reparar em quanto e como isso lhe afeta? Já refletiu se você está doente ou se faz parte de algum “grupo de risco”? É que doenças psíquicas e comportamentais, claro, acometem nossos vizinhos, os filhos de um conhecido do trabalho, alguém do bairro, mas nunca, nosso protegido ciclo de entes queridos… Cuidado, se é esta a sua conclusão, talvez você já tenha adoecido.

A repetição de padrões, o rotular de condutas e grupos, a politização superficial das redes sociais tem nos deixado tão fora de nós mesmos que nem sequer paramos para pensar em formular respostas, para perguntas que também são prontas. Nossa vida igual, nossa rotina sem sentido e cheia de tarefas e responsabilidades, a comunicação ao alcance das mãos nos retirou algo de sagrado e que pode ser a porta de entrada para o caminho da cura desta doença que nos acomete: o silêncio, o estar consigo mesmo.

Quantas vezes por dia você simplesmente respira de forma consciente? Quais de suas tarefas diárias são realizadas com plena consciência do momento presente? Quanto, no seu dia, é composto de tarefas inéditas ou pequenas alegrias simples? A cura está bem perto, basta uma atitude nova. Basta remar contra a maré. Basta um contato com a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo!

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O silêncio pressupõe o simples existir. Trata-se do que mal se consegue descrever: o eu sou. Quanto menos silêncio, menos existência, menos consciência e, portanto, mais massificação. A gente precisa se esvaziar! A gente precisa existir sem nossos papéis, mesmo que por alguns instantes! É no silêncio que a vida se nos apresenta. É no silêncio que você se dá conta do quanto já viveu, do que já experimentou, o que realmente almeja. É no silêncio que, com tantas perspetivas sobre si mesmo e sua história, você se dá conta de seu próprio existir, como alma, como consciência universal.

E se o medo de si mesmo lhe remete ao quão importante é o conhecimento de tudo e às ciências em geral, se o receio de estar consigo o faz pensar em quanto progresso já se alcançou com tanto saber, lembre-se: até mesmo os antigos valorizavam o ócio produtivo! Certamente que os maiores insights da humanidade não aconteceram no meio do trânsito caótico de um horário de pico ou durante o rolar de uma tela de alguma rede social.

Estar com você mesmo é urgente! Melhor que isso: é de graça, não depende de academia, dieta ou qualquer tipo de graduação! Experimente estar consigo! Tome pílulas diárias de você mesmo, reservando minutos de silêncio, de privacidade, de verdade. Pode ser que doa um pouco, pode ser que não surta efeito imediato, mas certamente, com o tempo e a prática, você alcançará resultados incríveis! Presenteie a você mesmo com o silêncio da sua boca e de seus pensamentos. Você verá que, dia após dia, a paz se aproximará, a vida ganhará sentido e o mundo se apresentará mais ameno e mais feliz. E não será uma felicidade adquirida em algum post de rede social ou prateleira de supermercado gourmet. Será uma felicidade genuína de quem tem sabedoria de vida, porque soube silenciar para se visitar. Permita-se, saia do padrão, silencie-se. Boa prática!

A importância de se cumprir o que se propõe

 

O dia do trabalho está chegando e hoje trazemos uma questão que permeia não só nossa vida profissional, mas também vários outros aspectos da mesma.

Você sempre cumpre os combinados? Costuma marcar compromissos e desmarcá-los ou mesmo faltar sem avisar? Se a resposta for sim este comportamento pode estar prejudicando sua vida emocional, social, espiritual e profissional.

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Estar em dia com seus combinados e afazeres, mostra que você tem responsabilidade, organização e respeito consigo mesmo e com as outras pessoas. Além de claro, ser um bom exemplo e uma inspiração para os que o rodeiam.

Todos nós temos que lidar com imprevistos, afinal, eles sempre acontecem, mas desmarcar e faltar, repetidamente, na maioria das vezes, pode demonstrar falta de compromisso e respeito para com o outro.

De todo modo, quando você deixa de cumprir seus compromissos saiba que o maior prejudicado sempre será você.  Por isso, honre sua palavra e lembre-se que se você marcou determinado evento é porque ele tem alguma importância. Caso não, melhor não assumir o que não pode cumprir!

Tente conciliar as suas responsabilidades profissionais com as de pai, mãe, esposa, marido, amigo ou filho. Honre seus compromissos, aprenda, interaja, busque sua felicidade e sempre o seu crescimento!

 

 

Você já ouviu falar em meditação ativa?

Todos conhecem a meditação mais difundida: quando nos sentamos e procuramos nos observar e aquietar nossa mente. Mas observar e silenciar a mente não é, necessariamente, sinônimo de ficar parado.

A meditação ativa pode combinar momentos de atividades intensas, com momentos de observação, celebração e dança. Você foca sua atenção nas sensações de cada atividade, ficando assim, mais presente e com a mente relaxada.

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Essas técnicas, movimentos corporais e respiratórios, são capazes de eliminar as tensões e também as emoções acumuladas na mente dos praticantes, possibilitando relaxamento eficiente e sem perder os benefícios da meditação convencional.

É uma maneira de você se sentir leve, de amenizar sua ansiedade, seu estresse, de controlar suas emoções, mas abusando de movimentos, de respiração intensa e de sons.

O interessante dessa prática é que podemos incorporá-la de alguma forma no nosso dia a dia. Quando você acorda por exemplo, poderia se perguntar, quais são as sensações do meu corpo? Qual é a textura do piso quando seus pés o tocam? Que sabor tem a pasta de dente ao escovar os dentes? Qual aroma está presente no ar?

Se permita viver intensamente, presente no presente e tenha uma vida muito mais inteira e feliz!

SEMANA SANTA? PARA QUEM?

Estamos às vésperas de um feriado nacional comemoradíssimo por todos nós, seja pelos dias de descanso, seja pela crença religiosa que cultivamos, seja pelos chocolates que trocamos. O fato é que, a essa altura da sua vida, com tantos apelos em torno da Semana Santa, você já parou para refletir a razão de ela ser Santa? E de, num Estado que se diz laico, ter se tornado um feriado nacional? Independente das respostas (que podem ser diversas), realmente é uma excelente oportunidade para refletirmos sobre nossas vidas, nossas escolhas, nossos caminhos.

Diz-se que é Santa a semana porque se comemora a paixão do Cristo Jesus. Na realidade, algumas tradições nos dizem sobre a chegada dele em Jerusalém, a denúncia feita por um de seus amigos ao poder constituído da época e sua prisão e crucificação, por suposta ameaça ao Império Romano. Tudo bem, você não se liga nessas coisas de religião…. Mas vamos pensar juntos: se ele era o Cristo e tudo podia, porque não se livrou do seu próprio martírio? Ele poderia ter negociado um fim mais ameno, poderia ter dito que nunca se intitulou Rei e que seu reinado não se contrapunha ao de César. Mas não. Ele aceitou o que lhe impuseram. E é dito que, ainda sofrendo mais que os outros dois ladrões que com ele foram crucificados (os outros foram somente amarrados em suas cruzes), rogou ao seu Pai que perdoasse a humanidade por aquele grande equívoco. Então, vamos lá: ainda que você não tenha crença alguma, ou religião alguma, ainda que esta história lhe pareça uma lenda ou uma alegoria, é ou não é uma lição absurda de humildade, foco e entrega?! É por isso que a Semana se torna Santa, independente das tradições. É sacra, é sagrada qualquer reflexão íntima que se faça sobre esta história. Não há como negar.

E você? Tem feito de sua Páscoa um momento Santo? Ou está entregue aos apelos comerciais do chocolate e do bacalhau? Você tem se dado esta oportunidade de estar consigo, no mais íntimo do seu coração, para checar seus níveis de humildade, foco e entrega? O quão há de verdadeiro na sua caminhada, na sua vida? Quantas vezes, neste ano que já avança dentro do segundo trimestre, você se viu assumindo seus equívocos, assumindo sua soberba, e, em lugar de ficar lamentando as circunstâncias e se justificando, decidiu se concentrar na solução (foco) e se entregar à transformação necessária?

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A mensagem do Cristo é maravilhosa, única e verdadeira. Acreditando ou não na Sua pessoa, adotando ou não uma religião ou um caminho espiritual, admita: você precisa mudar! Saia deste pedestal de julgamento intelectualizado, que só critica os movimentos religiosos desta época, as austeridades de quem faz quaresma. Não deixe de comer carne, somente para festejar o bacalhau, como um repetidor de condutas culturais sem sentido. Se você não vê qualquer sentido mais profundo nas posturas sugeridas no período chamado quaresma e na Páscoa, não adote as posturas da massa, seja coerente! Mas por favor, reflita: será que não é tempo de se conhecer e retirar seus próprios véus?

Permita-se viver uma Semana verdadeiramente Santa para você. Permita-se estar consigo mesmo e com o Cristo que habita o seu coração (e ele habita, você acreditando nisso ou não). Permita-se ser honesto consigo mesmo e revisitar sua própria vida, suas escolhas, suas condutas e transforme-se! Faça operar o milagre da Páscoa na sua própria vida, a partir de sua própria realidade. Páscoa é renascimento. Renasça!

Que a consciência crística habite seu coração e transborde coragem e transformação, inundando sua vida de verdade e alegria! Seja você, verdadeiramente! Feliz Páscoa!